Conheça o exame que detecta doença renal em pacientes com diabetes

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Conheça o exame que detecta doença renal em pacientes com diabetes

A doença renal é uma das complicações mais comuns e graves do diabetes, afetando aproximadamente um terço dos pacientes com a doença. O dano renal pode ocorrer sem sintomas perceptíveis, o que significa que muitos pacientes não são diagnosticados até que a doença esteja em estágio avançado.

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A doença renal é uma das complicações mais comuns e graves do diabetes, afetando aproximadamente um terço dos pacientes com a doença. O dano renal pode ocorrer sem sintomas perceptíveis, o que significa que muitos pacientes não são diagnosticados até que a doença esteja em estágio avançado. No entanto, há um exame importante que pode detectar a doença renal em seus estágios iniciais: o exame de albumina na urina.

O que é o exame de albumina na urina?

O exame de albumina na urina, também conhecido como microalbuminúria, é um teste que mede a quantidade de albumina presente na urina. A albumina é uma proteína produzida pelo fígado, é filtrada pelos rins e normalmente não é detectada na urina em quantidades significativas. No entanto, quando os rins são danificados, a albumina pode vazar para a urina em quantidades aumentadas.

Por que o exame de albumina na urina é importante para pacientes com diabetes?

O exame de albumina na urina é um indicador precoce de doença renal em pacientes com diabetes. A microalbuminúria pode ser detectada quando o dano renal é mínimo e potencialmente reversível. Se a microalbuminúria não for tratada, pode progredir para macroalbuminúria, que é um sinal de dano renal mais grave. A macroalbuminúria aumenta o risco de progressão do dano renal e outras complicações graves.

 

Quando o exame de albumina na urina deve ser realizado?

Recomenda-se que os pacientes com diabetes façam o exame de albumina na urina anualmente a partir do momento em que são diagnosticados com diabetes tipo 2 ou após cinco anos do diagnóstico de diabetes tipo 1. Os pacientes com diabetes tipo 1 que têm menos de cinco anos de diagnóstico também podem ser testados com frequência mais elevada, dependendo da idade de início do diabetes.

 

Como é realizado o exame de albumina na urina?

O exame de albumina na urina é simples e não invasivo. É realizado com uma amostra de urina coletada em um frasco limpo e seco. O paciente pode coletar a amostra de urina em casa ou em um laboratório médico. O resultado do exame de albumina na urina é normalmente expresso como uma relação entre a albumina e a creatinina presentes na urina. Um resultado normal é menor que 30 mg de albumina por grama de creatinina, enquanto um resultado de 30 a 300 mg/g é considerado microalbuminúria e acima de 300 mg/g é considerado macroalbuminúria.

 

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4 em cada 10 pessoas com diabetes desenvolvem doença renal do diabetes 

Como a doença renal em pacientes com diabetes é tratada?

O tratamento da doença renal em pacientes com diabetes envolve o controle adequado desta doença e o gerenciamento da pressão arterial. Os medicamentos necessários para esses fins devem ser avaliados e prescritos por um médico. Além do tratamento medicamentoso, recomenda-se uma dieta saudável e equilibrada, com baixo teor de sódio e gorduras saturadas, bem como a prática regular de atividade física.

Uma dieta com baixo teor de sódio e gorduras saturadas é recomendada aos pacientes com DRD (doença renal do diabetes).

 

Para pacientes com macroalbuminúria, é recomendável que eles sejam encaminhados a um nefrologista para avaliação e possível tratamento adicional, incluindo terapia de diálise ou transplante renal.

 

Em resumo, o exame de albumina na urina é um teste simples e importante que pode detectar a doença renal em seus estágios iniciais em pacientes com diabetes. Por isso, é recomendável que pacientes com diabetes realizem esse exame anualmente, para que as medidas necessárias para diminuir a progressão da doença renal, caso ela seja diagnosticada, seja instituídas precocemente. Com o controle adequado do diabetes e o gerenciamento da pressão arterial, é possível reduzir o risco de complicações renais graves em pacientes com diabetes.

Referências:

1. International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas. Disponível em: https://diabetesatlas.org/en/r esources/. Global Burden of Disease in Brazil. Disponível em: http://ihmeuw.org/5qex

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Os riscos da suspensão por conta própria da medicação contínua

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Os riscos da suspensão por conta própria da medicação contínua

Você sabia que, em média, apenas 50% dos pacientes com doenças crônicas dão continuidade ao seu tratamento? 

As doenças crônicas são aquelas que têm um curso prolongado e que muitas vezes requerem tratamento por toda a vida, como diabetes e hipertensão.

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Você sabia que, em média, apenas 50% dos pacientes com doenças crônicas dão continuidade ao seu tratamento? 

 

As doenças crônicas são aquelas que têm um curso prolongado e que muitas vezes requerem tratamento por toda a vida, como diabetes e hipertensão .

 

Muitas vezes, quando não se apresentam mais os sintomas da doença, os pacientes acreditam que não precisam mais do medicamento e deixam de usá-lo. Esse é um erro muito comum cometido por portadores de doenças crônicas. 

31%

Dos pacientes não seguem sua primeira prescrição 

50%

Dos pacientes não tomam os seus medicamentos conforme indicado

1/2

Dos pacientes interrompem seus tratamentos mais cedo do que o recomendado

O grande problema é que a suspensão de medicamentos por conta própria pode ser considerado um risco à saúde, uma vez que a falta de adesão ao tratamento está diretamente relacionada a falta de eficácia das medicações e maior frequência de complicações relacionadas a essas doenças. 

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Fique atento! Não deixe de tomar seus medicamentos por conta própria! Procure sempre a orientação do seu médico. 

Referências:

  1. Síntese de evidências para política de saúde: adesão ao tratamento medicamentoso por pacientes portadores de doenças crônicas. Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumo Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. Brasília: Ministério da Saúde, 2016 
  2. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas linhas de cuidado prioritárias. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 2013 
  3. Fischer MA, Stedman MR, Lii J, et al. Primary medication non-adherence: analysis of 195,930 electronic prescriptions. J Gen Intern Med. 2010; 25 (4): 284-290. doi: 10.1007 / s11606-010-1253-9 
  4. Organisation for Economic Co-operation and Development, 2018. Http://Www.Oecd.Org/Officialdocuments/Publicdisplaydocumentpdf/?Cote=DELSA/HEA/WD/HWP(2018)2&Doclanguage=En. OECD Health Working Paper No. 105 “Investing in medication adherence improve health outcomes and
  5. Brown MT, Bussell JK. Medication adherence: WHO cares?. Mayo Clin Proc. 2011;86(4):304-314. doi:10.4065/mcp.2010.0575 health system efficiency” Adherence to medicines for diabetes, hypertension, and hyperlipidaemia.  

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Tratamento e prevenção
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Rim e coração: você sabe a relação entre eles?

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Rim e coração: você sabe a relação entre eles?

A dupla de órgãos responsáveis pela filtragem do sangue desempenha papel importante para o bom funcionamento do organismo.

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A dupla de órgãos responsáveis pela filtragem do sangue desempenha papel importante para o bom funcionamento do organismo.

 

Os rins representam uma dupla vital para o bom funcionamento do corpo humano. Constantemente, eles fazem uma “faxina” no organismo, resultante do processo de filtragem do sangue. Enquanto o coração é a “bomba” que leva sangue para todas as áreas do corpo, os rins são os responsáveis por sua limpeza.

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Funcionamento dos rins

Os rins removem resíduos presentes no sangue, auxiliando no controle da pressão arterial e beneficiando o coração. Por outro lado, os rins são órgãos muito vascularizados e precisam que o sangue circule adequadamente para funcionar. Rins e coração trabalham sempre em parceria, desempenhando funções que se complementam. Por essa razão, doenças cardiovasculares3 podem promover o desenvolvimento de patologias renais e vice-versa.

 

De acordo com a nefrologista Shirley Damasceno, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, muitas vezes, o paciente renal crônico também tem alterações cardíacas. É importante buscar atendimento médico de forma rotineira, para que um órgão não afete o funcionamento do outro. “A primeira coisa com relação ao paciente renal é o controle da diabetes e da hipertensão. Nos estágios mais elevados das doenças, o tratamento é com a hemodiálise ou a diálise peritoneal”, afirmou em notícia do Ministério da Saúde4.

 

Problemas como a hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol alto são fatores de risco para o desenvolvimento tanto de doenças renais quanto de complicações cardíacas. Portanto, pessoas com essas condições de saúde devem redobrar os cuidados, monitorando a saúde renal. Quem cuida dos rins acaba cuidando também do coração. Leia também: Como vai o seu coração? Saiba como reduzir fatores de risco cardíaco!5

Saúde dos rins

Cuidados básicos como beber muita água diariamente, manter uma alimentação7 nutritiva e balanceada, dormir bem e praticar exercícios físicos são recomendações gerais para promover a saúde. Uma rotina com bons hábitos pode evitar que os rins sejam prejudicados por diabetes, hipertensão, cálculos renais, infecções e até mesmo prevenir o desenvolvimento de câncer no órgão.

 

Também é recomendável avaliar o estado dos rins regularmente e buscar a orientação de um nefrologista, já que algumas doenças renais são assintomáticas. O médico pode solicitar exames de urina, sangue, testes de imagens e, em alguns casos, biópsia renal.

 

“É importante que a presença de alguns sinais e sintomas levantem a hipótese da presença de doença renal. São eles: espuma e/ou sangue na urina, inchaço (edema), anemia, hipertensão arterial e aumento do número de micções durante a noite”, afirmou Marcelo Mazza do Nascimento, nefrologista e presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), em notícia do portal UOL8.

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Retinopatia diabética pode afetar a visão

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Retinopatia diabética pode afetar a visão

O Diabetes ocorre porque o pâncreas não consegue produzir insulina e/ou o corpo não consegue usar a insulina corretamente. Isso provoca altos níveis de glicose no sangue, o que precisa ser tratado para prevenir complicações graves à saúde. Esse acúmulo de glicose no sangue pode afetar todo o organismo, desde os olhos até os pés.

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Diabetes

O Diabetes ocorre porque o pâncreas não consegue produzir insulina e/ou o corpo não consegue usar a insulina corretamente. Isso provoca altos níveis de glicose no sangue, o que precisa ser tratado para prevenir complicações graves à saúde. Esse acúmulo de glicose no sangue pode afetar todo o organismo, desde os olhos até os pés.

Retinopatia Diabética

O que é?

Retinopatia Diabética (RD) é a doença ocular diabética mais comum, além de ser a causa mais frequente de novos casos de cegueira em adultos com idade entre 20 e 74 anos.

A RD ocorre quando os vasos sanguíneos são danificados devido ao Diabetes. Isso afeta a retina, tecido na parte de trás do olho, e a mácula, parte da retina que permite que cada pessoa veja detalhes finos claramente.

Níveis elevados de glicemia podem enfraquecer, danificar ou bloquear os vasos sanguíneos na retina, evitando que receba sangue e/ou oxigênio suficientes.

Às vezes, a parede do vaso sanguíneo pode se romper, resultando em vasos danificados que vazam sangue e fluido para a retina central, causando acúmulo em uma área da mácula. Isso faz a mácula inchar e ficar mais espessa, o que pode afetar a capacidade de ver corretamente.

Anatomia Olhos Infográfico

Edema Macular Diabético (EMD)

O que é?

O Edema Macular Diabético (EMD), associado à Retinopatia Diabética (RD), é uma das maiores causas de cegueira em pessoas com Diabetes. Estima-se que o EMD afete cerca de 21 milhões de pessoas em todo o mundo.

O EMD está associado ao inchaço ou espessamento da retina e vazamento de sangue e fluido na mácula, uma pequena área na parte de trás do olho que permite a nitidez da visão. Isso dá início a uma série de processos, incluindo o desencadeamento de altos níveis de Fatores de Crescimento Endotelial Vascular, chamados de VEGF.

O excesso de VEGF contribui com o vazamento dos vasos sanguíneos e, em última instância, faz com que a mácula inche e fique mais espessa.

Edema Macular Diabético (EMD)

O inchaço da mácula reduz a clareza ou a nitidez da visão a uma distância, além de desfigurá-la. Se não for tratado, pode levar à perda visual severa e até mesmo permanente.

Quando tratada em seu estágio inicial, a perda visual pode ser adiada, interrompida e até mesmo revertida.

Sintomas

Como a perda visual pode ocorrer muito rapidamente, é importante fazer exames regulares antes de os sintomas aparecerem. Contudo, metade dos pacientes com Diabetes não fazem exames dos olhos regularmente e são diagnosticados quando é tarde demais para o tratamento ser eficaz.

 

Além de perda visual relacionada ao EMD, existem outros problemas visuais causados pelo Diabetes que também merecem atenção e podem precisar de tratamento. Por isso, é muito importante sempre conversar com o oftalmologista sobre a prevenção e os exames necessários para identificar e monitorar potenciais complicações.

 

Ao primeiro sinal desses sintomas, é muito importante consultar um especialista em retina para ter a melhor chance de preservar a visão.

Conheça os sintomas visuais causados pela doença:

• Pontos de perda visual;

• Visão embaçada;

• Visão distorcida;

• Cores que parecem desbotadas ou apagadas.

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O paciente com Diabetes deve fazer os exames oftalmológicos regularmente. 

Fatores de risco

Qualquer pessoa com Diabetes tipo 1 ou tipo 2 está em risco de desenvolver Retinopatia Diabética (RD) e Edema Macular Diabético (EMD).Por isso, é importante que os pacientes com Diabetes façam exames oftalmológicos detalhados, pelo menos uma vez ao ano.

 

Quanto mais tempo se vive com Diabetes, maiores são as chances de desenvolver EMD. Alguns dos fatores de risco associados à Diabetes:

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HIPERGLICEMIA

 

Níveis altos de açúcar no sangue aumentam o risco de desenvolver EMD.

 

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DISLIPIDEMIA


Níveis anormais de colesterol e triglicérides podem aumentar o risco de EMD.

HIPERTENSÃO

HIPERTENSÃO


Pressão arterial elevada e o dano que esta alteração causa aos órgãos são fatores de risco para EMD.

NEFROPATIA

NEFROPATIA


Doença renal, doença cardiovascular ou doença cardíaca também aumentam o risco.

TABAGISMO

TABAGISMO


Aumenta o risco de RD, o que está associado ao EMD.

TABAGISMO

ADESÃO VITREOMACULAR


Uma condição caracterizada pela adesão do vítreo à retina na mácula, que também aumenta o risco de EMD.

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GRAVIDEZ


Em mulheres com Diabetes. Exames detalhados com dilatação da retina devem ser considerados durante a gravidez.

OUTRAS DOENÇAS E O SEDENTARISMO

OUTRAS DOENÇAS E O SEDENTARISMO


Anemia, apneia do sono, genética, consumo frequente de álcool e estilo de vida sedentário.

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RD e EMD raramente têm sintomas visuais nas fases iniciais, mas a perda visual pode se desenvolver muito rapidamente. Converse com o médico e faça exames regulares caso tenha algum dos fatores de risco para EMD. 

Prevenção

Existem diversos procedimentos importantes para reduzir o risco de Edema Macular Diabético, entre eles, fazer exames regulares para verificar os fatores que podem contribuir para o EMD. Adotar uma alimentação saudável e praticar atividade física, por exemplo, são ações que também contribuem para a prevenção. 

Além disso, é recomendado manter o controle dos níveis de açúcar no sangue, pressão arterial e colesterol, seguindo todas as orientações médicas.

Exames

Há vários exames que os especialistas usam para detectar e identificar Retinopatia Diabética e/ou Edema Macular Diabético.

 

Exame de dilatação

Utiliza uma lente de aumento para avaliar a retina e outras estruturas do fundo do olho a fim de encontrar qualquer alteração. Para os pacientes que convivem com Diabetes, este exame deve ser realizado anualmente.

Teste de acuidade visual

Apresenta um gráfico de letras com diferentes tamanhos para medir a visão em uma distância pré-especificada.

Tonometria

Mede a pressão do fluido nos olhos. A pressão aumentada é um possível sinal de glaucoma, problema comum e muito grave se não for detectado e tratado prontamente.

Angiografia fluoresceínica (AF)

Tira fotos dos vasos sanguíneos da retina para que o especialista em retina possa detectar vasos comprometidos. Isso é feito injetando um corante especial no paciente, sendo a substância transportada através da corrente sanguínea para os vasos sanguíneos da retina, ajudando no exame.

Tomografia de coerência óptica (OCT)

Registra imagens tridimensionais e mede a espessura da retina, detectando edema, fluido e outras alterações.

Tratamento

Embora seja importante que pacientes com diabetes controlem os níveis de glicose no sangue, o EMD requer tratamento adicional.

Conheça alguns tratamentos para EMD disponíveis:

 

Tratamentos com agentes antiangiogênicos (anti-VEGF)

Bloqueiam um ou mais fatores que estimulam o crescimento dos vasos e promovem o extravasamento de líquido no olho.
Esses tratamentos têm o objetivo de parar a evolução do EMD em muitos pacientes e, em alguns casos, reverter a perda visual, reduzindo o crescimento de novos vasos sanguíneos, diminuindo o vazamento e evitando o sangramento.

Fotocoagulação a laser focal

Estabiliza a visão usando um laser, com o objetivo de parar o vazamento na retina e mácula.

Vitrectomia

Neste procedimento, o vítreo é removido para melhorar a acuidade visual e manter a anatomia do olho. Essa cirurgia é indicada em alguns casos de sangramento extenso dentro do olho ou quando a mácula está sendo tracionada pelo vítreo.

Terapia com corticosteróides

Esses medicamentos têm o objetivo de reduzir o processo inflamatório causado pela doença.

É essencial falar sempre com um especialista em retina para determinar o tratamento mais adequado para cada caso.

Referências:

1. Adamis AP, Altaweel M, Bresler NM, et al. Ophthalmology. 2006;113(1):23-28. PMID: 16343627 DOI: 10.1016/j.ophtha.2005.10.012.

2. Al-Latayfeh M, Silva PS, Sun JK, Aiello LP. Antiangiogenic therapy for ischemic retinopathies. Cold Spring Harb Perspect Med. 2012;2(6):a006411.

3. American Society of Retina Specialists. What is a retina specialist?

Acesse aqui. Accessed March 12, 2014.

4. The Angiogenesis Foundation. Advocating for improved treatment and outcomes for wet age-related macular degeneration. The Angiogenesis Foundation Web site.

Acesse aqui. Accessed April 2, 2012.

5. The Angiogenesis Foundation. Science of DME Website.

http://www.scienceofdme.org/en. Accessed March 12, 2014.

6. The Angiogenesis Foundation. Science of CRVO Web site.

http://www.scienceofcrvo.org. Accessed March 12, 2014.

7. Autiero M, Luttun A, Tjwa M, Carmeliet P. Placental growth factor and its receptor, vascular endothelial growth factor receptor-1: novel targets for stimulation of ischemic tissue revascularization and inhibition of angiogenic and inflammatory disorders. J Thromb Haemost. 2003;1(7):1356-1370.

8. Boyd SR, Zachary I, Chakravarthy U, et al. Correlation of increased vascular endothelial growth factor with neovascularization and permeability in ischemic central vein occlusion. Arch Ophthalmol. 2002;120(12):1644-1650.

9. Boyer DS, Hopkins JJ, Sorof J, et al. Anti-vascular Endothelial Growth Factor Therapy for Diabetic Macular Edema. Ther Adv Endocrinol Metab. 2013;4(6):151-169.

10. Carmeliet P, Moons L, Luttun A, et al. Synergism between vascular endothelial growth factor and placental growth factor contributes to angiogenesis and plasma extravasation in pathological conditions. Nat Med. 2001;7(5):575-583.

11. The College of Optometrists. What is an optometrist?

Acesse aqui. Accessed March 12, 2014.

12. The Foundation of the American Academy of Ophthalmology. EyecareAmerica What is an ophthalmologist?

Acesse aqui. Accessed March 12, 2014.

13. Kampik A. Management of diabetic macular edema. Retina Today. July/August 2011:64-66.

Acesse aqui. Accessed 10 April 2014.

14. Yamashita H, Eguchi S, Watanabe K, Takeuchi S,Yamashita T, Miura M. Expression of placenta growth factor (PIGF) in ischaemic retinal diseases. Eye (Lond).1999;13(pt 3a):372-374.

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